Eu queria escrever palavras bonitas pra ele, cheias de sentimento e de ternura. Dizer que o amo como nunca quis amar alguém por temer parecer idiota.
Não queria parecer ríspida ou dura, mas também não queria dar bandeira demais, mostrar que ele é tudo pra mim e que sem ele, talvez, a vida já não fizesse o menor sentido. Que tudo o que eu queria era estar perto em todos os instantes, que eu morro um pouquinho todas as vezes que o imagino com outro alguém.
Que ao lado dele, eu me sinto a pessoa mais protegida e feliz do universo inteiro. Que eu passaria o resto da minha vida de pontinha de pé, para poder alcançá-lo, e abraçá-lo, e beijá-lo.
Que, na grande maioria das vezes que eu paro e o fico observando, na verdade eu estou implorando “Olhe para mim! Leia meus olhos, sinta minha alma! Veja aqui esse coração que bate junto com o seu, que te ama de todas as formas, e todas as horas, com todas as caras!
Porque tudo, até o ar que eu preciso pra viver, é você!” E que eu o amo tanto, mas tanto, que prefiro me calar algumas vezes e guardar minhas idiotices só para mim. Porque ele também sou eu.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
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